Vida de freela

Por: Regina Terraz

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Não leve calote

Na carreira-solo há um ano e meio, a designer Estela Padilha, 29 anos, diz que o maior dilema na vida dos autônomos não é saber quanto cobrar, mas receber no prazo estabelecido. “Já tomei até calote”, conta. Ela aconselha pedir de 30 a 50% do valor combinado antes do início do projeto. E, sempre que possível, assinar um contrato estabelecendo preço, dia de pagamento e os parâmetros do serviço. “Já me arrependi muito por não ter documentado um acordo. Uma vez combinei com uma pessoa de criar cinco cartões. Depois ela mudou de idéia e queria que eu fizesse outros cinco ganhando o mesmo valor. No fim, acabei não recebendo nada”, relata Estela. Consultora da empresa de recursos humanos DBM do Brasil, Fátima Rossetto dá outra dica: emitir um boleto bancário com o valor a ser pago. “Caso o contratante não respeite a data de vencimento, ele terá de pagar juros.”

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