Economizar na balada é possível? De acordo com o diretor de fiscalização do Procon de São Paulo, Paulo Arthur Góes, é sim, desde que o consumidor esteja ciente de seus direitos – e exija que eles sejam respeitados.
As regras podem variar de cidade para cidade ou de estado para estado. Em São Paulo, por exemplo, é direito do baladeiro não pagar consumação junto com a entrada. A casa pode cobrar ou um, ou outro. Também não é permitida a multa abusiva, caso o cliente perca a comanda. “Além disso, é obrigatório que todos os clubes tenham bebedouros”, completa Góes. Todas as casas noturnas são obrigadas a ter água potável, de graça, para os clientes.
Na maioria das danceterias espalhadas pelo Brasil costuma-se oferecer passe livre ou outras cortesias aos aniversariantes e seus convidados. Vale ficar atento às comemorações dos amigos – ou mesmo incentivá-los a festejar a data nas baladas. “Se eu não tivesse minha turma, gastaria muito mais na noite”, diz a estudante de educação física Juliana Ramos Cascardi, 22 anos.
Fazer novos contatos, aliás, sempre é ótimo para garantir a economia. Ir ao mesmo lugar com freqüência ajuda você a se tornar conhecida entre os notívagos. Um papo aqui, outro ali, de repente você vira íntima de promoters e barmans. Quem sabe rola de ter seu nome na lista ou descolar um drinque?
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