Malvino Salvador não quer mais ser sex simbol

Por: Thiago Bronzatto

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Malvino SalvadorCaras & Bocas

Malvino fez a sua parte. Antes de ganhar o papel de Tobias na novela Cabocla (Globo, 2004), ralou bastante em aulas de artes cênicas e de voz. Valeu a pena, porque depois do primeiro trabalho em frente às câmeras, os convites vieram um após o outro. Nos últimos cinco anos, ele emendou três novelas de época (O Profeta, Alma Gêmea e Cabocla) e três contemporâneas (A Favorita, Sete Pecados e a atual Caras & Bocas) e não parou por aí. No ano passado, participou de seu primeiro filme, O Signo da Cidade, dirigido por Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli. “Além de talentoso, Malvino tem uma história comovente”, diz Bruna. “Ele representa o brasileiro que luta para alcançar os seus objetivos. Não é fácil sair do norte do país e se tornar nacionalmente conhecido. Ele é o herói que toda mulher gostaria de ter ao seu lado.”

É verdade que esse herói bonitão foi escolhido por Walcyr Carrasco, o autor de Caras & Bocas, para protagonista em parte graças aos seus inegáveis dotes físicos. Mas não foi só. “Obviamente, a beleza contribui para um personagem atrair o público, mas eu precisava de mais do que isso”, diz Carrasco. “O Gabriel é um sujeito de carisma e bom astral, qualidades que o Malvino tem de sobra.” O novelista acertou na mosca. Desde que a novela estreou, Malvino forma com Fábio Assunção e Rodrigo Lombardi o trio masculino que mais recebe cartas na Globo (os três se revezam nas três primeiras posições do ranking).

Foto: Atire a primeira pedra quem não foi a Londres e fez esta foto aí... (Arquivo Pessoal) 

Malvino Salvador não quer mais ser sex simbol
Ele veio de ManausCaras & Bocas
Símbolo sexualPapel de pai


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