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Malvino Salvador veio nos visitar


Por Mariel Meira

Ai, ai Papai do Céu! Obrigada por colocar essas beldades no mundo e de vez em quando trazê-las até nós, assim a gente comprova que eles existem de verdade e são lindos de verdade.

Um dia foi o Cauã Raymond e hoje foi o gatíssimo, gostosíssimo E cheirosíssimo Malvino Salvador que veio nos apresentar seu novo perfume da Dior: Dior Homme Sport, que segundo o próprio me disse "extará nax lojax em outubro". Então tá, Malvadinho, digo, Malvino.

Malvino me perguntou:
- Não é bom?
E fiquei pensando: quem? Você? Sim, muito bom. Hehehehe... E não é que o perfume é uma delícia? Pode dar pro seu namô, ou pro seu rolinho que você vai grudar no cangote do moço.


Lena Carderari, editora de moda da GLOSS, não perdeu a chance de bater um papo com o moço. Olha o bração! =O


E tem pra todos os gostos, né? Vinícius e Thiago não perderam a oportunidade de tirar uma casquinha das mocinhas que estavam fazendo a promoção, hehehe...

E na foto lá do topo está a Jaque, nossa vizinha da Boa Forma, babando. Na verdade ela quase surtou com a  presença do "homi", hahaha...

28/08/2008 às 16:08
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Casal muderrrninho (?)


Por Andrea Dip
Ilustração Caco Galhardo

Era uma vez um casal moderninho. Os dois tatuados, trabalhavam com moda, drogaditos, faziam as baladas separados. Enquanto um cuidava do filho, o outro saía com os amigos. E vice-versa. E quando alguém cuidava do baby, eles também saíam separados. Eu jurava que eles tinham um relacionamento aberto. E que eram felizes. Vi várias vezes tanto um quanto o outro ficarem com terceiros na night. E tudo bem.
Eles não foram felizes para sempre. Separaram-se quando um se apaixonou. E a coisa foi bem trágica. Não estava tudo bem e não havia relacionamento aberto coisa nenhuma. Apenas o desleixo, a falta de respeito, uma concepção torta de um casamento que já tinha terminado faz tempo.

Mas também era uma vez um relacionamento aberto de verdade: ela uma jornalista talentosíssima, bonita e segura de si. Ele um cenógrafo também talentoso e bonito, porém um pouco inseguro. Ela era tarada. E sexo não era a coisa mais importante no mundo pra ele. Fizeram um acordo: poderiam sair com outras pessoas. Ela foi viajar e se apaixonou em segredo. Sofreu muito, mas optou pelo relacionamento que já tinha. Ele foi viajar e ficou com outra garota. Contou para a namorada. Foi um drama. A menina virou um fantasma que a namorada via nele, com ele, nos detalhes da viagem. O amor deles não superou isso, apesar de ser um dos mais lindos que eu já vi. Moram hoje cada um num canto do mundo.

Agora uma situação comum: um casal que por falta de alternativas, reveza os cuidados com o filho para o outro sair com os amigos. Eles não têm a intenção de ficar com outras pessoas, apenas se divertir. Inofensivo? Nem tanto.
A diversão está longe dos dois juntos. Juntos, eles só têm as contas da casa, as responsabilidades, a vida adulta. A parte legal acontece quando estão longe um do outro. Até que um deles acha alguém que divide afinidades e os momentos de lazer e a paixão é livre de todos aqueles pesos. Fim do casamento.

Eu conheço as três histórias pelos nomes dos envolvidos e inclusive vivi uma parecida. Por isso que podem me chamar de careta, radical, mas relacionamento aberto não existe. Muito menos a “traição inofensiva”. Eu ((ainda)) acredito que a gente pode ficar com alguém simplesmente porque ama e não quer outra pessoa por perto. Simples assim. Hoje é tão fácil né? Nada impede alguém de ficar com 10 pessoas ao mesmo tempo sem compromisso. Então por que ser hipócrita e fingir exclusividade, namoro, casamento? Ninguém precisa mais disso.
Talvez esse seja um lado bom dessa nova era. Vão restar os casais que se gostam de verdade. E talvez ((talvez)) a fidelidade exista em algum lugar. Porque não é mais imposição. É por vontade, carinho, respeito pelo outro.
E se você conhece (pelo nome, não vale os amigos do meu amigo) um relacionamento aberto declarado que esteja dando certo há um bom tempo, por favor me conte! Quem sabe eu não mudo de opinião? Porque por enquanto para mim tem funcionado muito bem assim...

27/08/2008 às 12:35
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Nando Reis e Os Infernais


Por Nelize Dezzen

Sempre quis ir ao Show do Nando Reis. Ouço o moço há bastante tempo, desde que meu irmão mais velho comprou o seu primeiro CD solo. Eu era, digamos, pequenininha.

Sexta-feira passada tive a chance de conhecer seu show em sua apresentação no Via Funchal. Foi perfeito!
Ele cantou seus grandes sucessos solo e algumas músicas do projeto com os Infernais.
Nando ficou animadíssimo no palco. Diferente do que a gente costuma ver na TV. Não sei, tinha aquela imagem do Acústico MTV na cabeça e imaginei que o show dele seria uma calmaria só. Até pensei que seria o tipo de "show de cadeira" onde as pessoas ficam sentadas olhando para o cantor e tomando vinho. Me enganei, Amém! Porque eu gosto mesmo é de dançar!
A galera pirou na hora de "O mundo é bão Sebastião" e todo mundo sabia as músicas de cor. Empolgante.

Tinha gente nova, gente nem tão nova assim e até crianças fofas. Ainda encontrei, por um acaso,  uma amiga e o namorado por lá.

A melhor parte do show pra mim foi “No Recreio” uma das minhas preferidas e ao final no bis, quando dançamos enlouquecidos Whiskey a Go Go. Foi o Máximo!!!!!!! Animação geral, a galera se empolgou e tava todo mundo dançando de “parzinho”.  DIVERTIDÍSSIMO!!!!! Show que dura bastante e que quando acaba você pensa: "Ah, já???" Recomendo e quero mais!!!!!

25/08/2008 às 12:52
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Discoteca Básica - Rock Brasil Anos 80


Por Fernando Augusto - fernando.augustos@hotmail.com

Nos anos 80, o Brasil passava por um transição política e uma voraz crise financeira. Nesse mesmo momento surgiu o maior movimento do rock nacional. O chamado BRock trouxe criatividade e inteligência e revelou verdadeiros gênios da música. Canções de protesto e de pura ironia eram o mote da época, que traziam influências do punk e do new wave que já eram fortes em Londres e Nova York.

Brasília foi o grande berço desta era. De lá, veio a Legião Urbana do gigante Renato Russo, o Capital Inicial de Dinho, os Paralamas de Herbert Viana, Bi e Barone e os feras da Plebe Rude.

Simultaneamente no Rio de Janeiro, onde a Blitz de Evandro Mesquita e Fernanda Abreu já fazia sucesso, o grande poeta Cazuza era apresentado por Léo Jaime a Frejat e formava-se o Barão Vermelho. O batera Lobão e Lulu Santos, parceiros na banda Vímana, começavam a merecida carreira solo. Paula Toller já colecionava hits com o seu Kid Abelha (e os Abóboras Selvagens) e surgia a ótima Uns e Outros.

Em São Paulo, o então Os Titãs do Yê Yê Yê de Arnaldo Antunes e Cia eram os caras que arrebentavam, ao lado de Marina Lima, Magazine, Inocentes, Ratos do Porão e Ira! de Nasi e o excelente guitarrista Edgard Scandurra. Sem esquecer do sucesso meteórico do RPM e do Ultaje a Rigor de Roger.

O Rio Grande do Sul não ficava para trás, lá os Engenheiros do Hawaii de Humberto Gessinger começavam a fazer sua legião de fãs e ainda tinha o Nenhum de Nós do hit nota 10 Camila, além dos Replicantes.

Na Bahia, Marcelo Nova dizia que não matou Joana D'arc junto com a sua polêmica banda Camisa de Vênus. E em Minas, e bem mais pesado, surgia o Sepultura que faria sucesso nos quatro cantos do mundo.

Em São Paulo, casas como Aeroanta e Madame Satã atraíam a galera para ver de perto os shows dessa turma que até então começavam a trilhar a sua história. Mas o Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi o grande palco das estrelas. E teve ainda o Rock in Rio de 85, o primeiro festival de música de Roberto Medina.

Recomendo (e muito!) o livro "Quem Tem Um Sonho Não Dança", de Guilherme Bryan, uma verdadeira viagem a cultura jovem brasileira dos anos 80.

O blogueiro aqui tem um monte de histórias para contar e pede perdão por não citar um monte de gente boa. Fica o conselho que o refrão desta geração: "E não há tempo que volte, vamos viver tudo o que há pra viver". Eu fico por aqui com as 10 mais do nosso 80's Rock.

Legião Urbana - Tempo Perdido

Paralamas do Sucesso - Alagados

Blitz - Você não soube me amar

Nenhum de Nós - Camila (gravação recente)

Camisa de Vênus - Eu Não Matei Joana Darc

Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir a Sua Praia

Plebe Rude - Até Quando Esperar

Ira! - Núcleo Base (no Rock in Rio)

Uns e Outros - Carta aos Missionários

Lobão - Vida Bandida

Bônus Track
Barão Vermelho - Pro Dia Nascer Feliz
(no Rock in Rio – apresentação histórica)


Valeu e até a próxima Discoteca Básica!

15/08/2008 às 16:19
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Medo do bote


Por Andrea Dip

Participo de um blog anônimo, feito por meninas jornalistas, que é muito bacana. Lá a gente dá nome aos bois, por isso não dá pra divulgar. O fato é que percebi que ultimamente os posts estão muito parecidos, todos sobre um medo inexplicável de se relacionar. Uma pulguinha atrás da orelha, um pezinho atrás com o/a fulano/a, e certa culpa por se sentir assim. Aí fiquei pensando: será a tão já falada idéia das relações descartáveis? Será desilusão uma atrás da outra? Será que só existe uma relação especial profunda e doída e depois dela nunca mais? Eu não sei. Mas como explicar essa dúvida que atormenta a cabeça da mulherada pós vinte e cinco, que não consegue se jogar e se arma até os dentes de tolerância zero contra os defeitos e possíveis sacanagens do outro? Algumas inclusive pulando de cama em cama e fazendo questão do desapego.

Eu não sou psicóloga. Mas é muito ruim viver assim. Sem a sensação de “deixa a vida me levar”. A coisa se torna racional: “ele é bacana, me trata bem, é carinhoso, inteligente” e ainda assim tem o “mas não sei...” como se a gente estivesse namorando um tigre! Lindo e perigoso, bonitinha mas ordinária.

Ok. Que a gente não PRECISA mais de homem (ou mulher) é fato. Ninguém precisa de ninguém na verdade. A gente só está com alguém porque quer, porque gosta, porque se sente bem. Ou deveria ser assim. Será por isso que dura menos? A gente pondera menos e corta mais? Pode ser. Será que a gente não acredita mais na índole das pessoas? Também pode ser. Já ouvi essas duas hipóteses. Mas que pena né? Viver ressabiado e no fastfood não é bom pra ninguém. Pelo menos não por muito tempo...

UM ACHADO
Eu estou doida pra ler o livro da Miranda July “É claro que você sabe do que eu estou falando”. Miranda é a moça que dirigiu e atuou em “Eu, Você e Todos Nós” que aliás, se você não viu ainda, demorou! Eu sei que é meio ilógico dar uma dica de um livro que ainda não li, mas para mim foi o achado da semana! E sinceramente, acho difícil de errar com Miranda July... Então fica a dica. Eu vou ler essa semana sem falta. E se for ruim, juro que aviso! http://www.mirandajuly.com/

Foto: Divulgação (filme Jogo de Amor em Las Vegas)

13/08/2008 às 11:32
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Amy Winehouse leva porrada


Por Thiago Bronzatto

Se você sempre quis estar na pele da cantora inglesa Amy Winehouse, chegou o momento: ela é estrela de um game online (www.escapefromrehabgame.com), em que foge de uma clínica de recuperação e luta (na verdade, atira seringas e cachimbos de crack) contra o Incrível Hulk, Batman e mulheres loiras com armas. A artista tem o objetivo de libertar o seu marido Blake Fielder-Civil, detido na cadeia. Se você não suporta Amy, vale entrar no jogo para vê-la levar porrada. É bizarro.

11/08/2008 às 13:06
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Personalidade se engajam na campanha Cabeleireiros contra AIDS































Cabeleireiros importantes – Juha Antero (MG Hair), Celso Kamura e Ivan Stringhi (Studio W) - e suas clientes famosas – Sabrina Sato, Sheron Menezes e Daniele Suzuki - estão se engajando na campanha Cabeleireiros contra AIDS.

O projeto, que promove o engajamento dos cabeleireiros na luta contra a aids, é uma iniciativa mundial da L’Oréal em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). No Brasil, tem apoio do Ministério da Saúde.































“A informação é a melhor arma contra a aids”, diz Juha Antero. “A luta contra a aids é importante para toda a sociedade. Tem crescido o número de mulheres infectadas e é fundamental divulgar os métodos de prevenção para tentarmos diminuir o número de ocorrências. Fico feliz em poder, de alguma forma, contribuir por um mundo melhor e mais seguro”, diz Sabrina Sato.

“Nós, cabeleireiros, conversamos com os clientes sobre tudo. Temos todas as condições de levar informações de prevenção”, diz Ivan Stringhi. “Tenho um amigo que está hospitalizado em decorrência da aids e parece que as pessoas pararam de falar nisso”, critica Daniele Suzuki, para quem o trabalho de conscientização deve ser contínuo. “Não podemos nos sentir imunes. O uso do preservativo deve ser sempre mantido, mesmo entre casais fixos”, defende.































“Falar sobre prevenção é uma necessidade. Eu sempre converso sobre isto com quem entra na minha equipe, é minha responsabilidade”, diz Celso Kamura. “Como o artista tem uma imagem pública, acho importante darmos nosso apoio a causas que despertem a conscientização das pessoas sobre prevenção”, diz Sheron Menezes. 

O projeto é uma iniciativa mundial da L’Oréal em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). No Brasil, tem apoio do Ministério da Saúde. A idéia surgiu em 2002, na África do Sul, e tornou-se mundial em 2005.

Saiba mais no site www.cabeleireiroscontraaids.com.br

11/08/2008 às 12:24
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O talento que começou na Gloss


Por Lú Ramos

Não é novo pra mim. Descobriram Nathalie Edenburg! Ela tem sucesso e poder com sua beleza infantil, porém sexy angel. Adoro garotas sexy angels, meninas más! Onde estreou sua beleza? Na revista mais descolado do momento (que é o momento e que é o futuro): GLOSS, by Lu Ramos, de mim pra mim mesmo, com tranças, coques e texturas. A matéria com ela saiu na edição 1, há quase um ano atrás (veja aqui)!

























Venho aqui confirmar que ela é realmente incrivel e que seu talento já ultrapassou fronteiras nas capas internacionais de moda e beleza, mas, frisando: ela começou comigo na GLOSS. Não posso fazer nada. Vimos primeiro! Até tentei trabalhar com ela agora, mas não consigo mais: a agenda da bela está lotada. Sucesso, menina! Brilha, brilha, brilha tipo GLOSS!

Site oficial do Lu Ramos
www.luramos.com

08/08/2008 às 13:46
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Djavan no projeto Sons da Nova


Djavan apresenta-se em São Paulo, no HSBC Brasil pelo Projeto Sons da Nova, realizado pela rádio Nova Brasil FM.

O cantor apresenta o show Matizes, do CD homônimo, lançado em 2007 pela sua gravadora Luanda Records. Djavan sobe ao palco acompanhado pelos filhos Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria). A banda é formada também por Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Josué Lopez (saxofones), François Lima (trombone e voz) e Walmir Gil (trumpete e voz).

O projeto Sons da Nova – que apresenta shows desde março de 2008 - já contou com a participação de Pedro Mariano, Biquíni Cavadão, Luiza Possi, Jay Vaquer, Ana Cañas, Simoninha e Isabela Taviani. Até o fim do ano, estão programadas apresentações de Zé Geraldo e Vanessa da Mata.

Show de Djavan
Datas: 11 de agosto
Horário: 21h30 horas
Local: HSBC Brasil
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281.
Chácara Santo Antonio - São Paulo.
À venda pelo site www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 4003-1212
Preços de R$60,00 a R$180,00

08/08/2008 às 09:57
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É um besteirol americano!


Por Thiago Bronzatto

Tem coisa que você vai ter que ler, ouvir e comentar ainda por um bom tempinho: Olimpíada, Lei Seca, eleições nacional e norte-americana. Aliás, esta última é bizarra. O mundo inteiro tem que acompanhar a disputa entre o democrata Obama (seria ele o Cirilio adulto, do Carrosel?) e o republicano McCain (mestre Yoda?).

Não bastassem as provocações entre os dois políticos, chuta quem entrou pro meio da bagunça eleitoral? Ela mesma: Paris Hilton, que reagiu com humor “cor-de-rosa” à citação do seu nome em um comercial do partido republicano. Em 1 minuto e 50 segundos, ela bombou no Youtube um vídeo em que diz  ser presidenciável e ter propostas em mãos (na verdade, ela estava lendo uma revista de turismo à beira da piscina, de maiô). Que do mal, Paris...

A pior tosquice das eleições norte-americanas tem nome: é o ex-senador figurão Mike Grave, de 78 anos. O tiozinho, que está mais pra vôzinho, perdeu para o Obama na disputada interna dos demo...democratas. Aí, ele vazou do partido e se filiou ao libertário, a oposição nanica das oposições. Mesmo assim, Gravel não conseguiu convencer seus companheiros a apostar nele como o sucessor do Bush, atual comandante dos Estados Unidos. Ao que lhe restou a aposentadoria e a fama no Youtube por causa dos seus vídeos folk-rap psicodélicos. Coitado...

É por essas e outras loucuras que fico com o nosso falecido Enéas. Esse sim fez história.

07/08/2008 às 14:24
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